O 7 de Setembro marca a Independência do Brasil em 1822, reunindo desfiles cívicos e debates sobre a cidadania do país e reflexões importantes.
O patriotismo mais bonito não está no topo dos poderes, mas nas crianças que ensaiam a fanfarra, no comércio que fecha as portas na segunda-feira e nas famílias que vão para as calçadas ver a bandeira passar. É o resgate do orgulho de ser brasileiro no nível mais humano e comunitário.
A verdadeira independência é um processo inacabado. Em vez de celebrar um herói em uma pintura. O que significa independência hoje: segurança alimentar, autonomia tecnológica e igualdade social. Se a independência não alcança a todos, ela é real? Te convido a esta reflexão, pois, o Brasil hoje abastece o mundo com sua alegria e suas terras sendo o pulmão do mundo com suas florestas e sua gente.
UM POUCO DE NOSSA HISTÓRIA
O Grito do Ipiranga: Dom Pedro I proclamou a separação de Portugal às margens do Rio Ipiranga, em São Paulo.
Construção da nação: A data simboliza o início do Brasil como um país soberano.
Visão histórica: O processo envolveu revolta em outras províncias, como na Bahia e em Pernambuco
Tradição cívica: Ruas e avenidas recebem desfiles militares e escolares para celebrar a pátria.
Participação popular: A data serve como espaço para a população demonstrar opiniões sobre o rumo político do país, principalmente este ano onde teremos que escolher quem irão nos representar nas esferas Nacional e Estaduais, aqueles que governarão o futuro de nossas vidas e de nossas famílias no âmbito Geral da sociedade, e para isso esta data nos pede altíssimo grau de oração, reflexão e principalmente do VOTO consciente.
O célebre “Grito” de Dom Pedro I, eternizado nos livros de história e em telas românticas, marcou o nascimento de uma nação soberana no papel. Contudo, passados mais de dois séculos daquela tarde ensolarada em São Paulo, o eco daquela emancipação nos convida a uma reflexão desconfortável, mas necessária: qual é o grito que o Brasil ainda precisa dar hoje?
Celebrar a independência em pleno 2026 exige maturidade para olhar além dos desfiles cívicos, das marchas militares e do uso político das nossas cores. A soberania de um país não se mede apenas pela autonomia de suas fronteiras ou pela força de suas instituições em Brasília; ela se consolida, de fato, na qualidade de vida do seu povo. E é justamente aí que o nosso processo de independência se mostra um projeto inacabado.
O Brasil atual ainda vive sufocado por velhas amarras. Precisamos dar um grito de independência contra a desigualdade social que insiste em apartar o país entre os que têm tudo e os que lutam pelo básico. Um grito contra a violência que silencia vidas nas periferias e no campo, e contra a destruição ambiental que ameaça o nosso maior patrimônio futuro. A verdadeira autonomia de uma nação passa, obrigatoriamente, pela segurança alimentar, pelo acesso universal a uma educação de excelência e pela capacidade de gerar tecnologia e inovação, em vez de apenas exportar matéria-prima.
Enquanto as ruas se dividem em disputas de narrativas e palanques políticos neste feriado, a maioria silenciosa dos brasileiros acorda pensando no preço do supermercado, na vaga do hospital e na passagem do ônibus. Para esse cidadão, o civismo só fará sentido pleno quando a dignidade deixar de ser uma promessa constitucional e passar a ser uma realidade concreta.
Desatar os nós do subdesenvolvimento e do preconceito estrutural é a nossa missão republicana mais urgente. O 7 de setembro não deve ser encarado como um ponto de chegada, mas como um lembrete anual de que a liberdade é uma construção diária. Que neste ano, ao olharmos para a nossa bandeira, possamos entender que ser patriota é, antes de tudo, cobrar um país mais justo. O grito do Ipiranga nos libertou do passado colonial; agora, cabe a nós dar o grito que vai, finalmente, nos libertar em direção ao futuro.
Provérbios 29:2, que diz: “Quando os justos governam, o povo se alegra; quando os perversos ou ímpios estão no poder, o povo geme.
“O governo justo: Traz paz, segurança, justiça social e respeito aos direitos de todos, gerando alegria e bem-estar na sociedade.
O governo ímpio: Caracteriza-se pela corrupção, opressão, injustiças e aumento da carga sobre os cidadãos, o que resulta em sofrimento e angústia coletiva
Oração: ORAR e AÇÂO.
Abraço fraterno do amigo Prof Candal


