Projeto Mini Pomares Urbanos visa ampliar refúgio da avifauna, promover alimentos frescos e saudáveis e aumentar o verde em Osasco

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Árvores são pontos de parada essenciais para a avifauna que são prestadores de serviços ambientais importantes à polinização de flores e dispersão de sementes. O projeto Mini Pomares Urbanos, desenvolvido pelo Casaviva Instituto Cultural, Ambiental e de Atenção à Família (Ponto de Cultura), plantará até maio deste ano 1.300 mudas de espécies frutíferas da Mata Atlântica (araçá, jabuticaba, ingá, cambuci, pitanga, aroeira, jerivá, bacupari etc.) em parques, praças, avenidas, ruas, escolas.

O projeto recebeu apoio de emenda parlamentar do Mandato Coletivo JuntOz e tem parceria com a Secretaria de Segurança Alimentar e Sustentabilidade, da Prefeitura de Osasco, reafirmando o compromisso conjunto em ações que promovem a saúde, o bem-estar e equilíbrio ambiental e alimentar.

Serão realizadas palestras educativas para apresentar o projeto e seus objetivos e ações para informar, mobilizar voluntários e engajar a comunidade nos plantios e cuidados das árvores. O projeto é um caminho para amenizar os desafios das mudanças climáticas e da alimentação que atingem nossa cidade e o Planeta. Até agora foram realizados dois mutirões, um no Jardim Veloso com 79 árvores plantadas e um no trecho do Braço Morto do Rio Tietê, no Jardim Canaã, com 58 mudas plantadas.

O próximo plantio será no dia 24 de janeiro, sábado, das 10h às 12h, em área próxima ao CEU das Artes Camila Rossafa, na Avenida Nelson Mandela, 1313, Jardim 1º de Maio.

“As atividades contam sempre com a participação de moradores acompanhados de crianças e adolescentes, representantes de associações, ambientalistas”, resume Raisa Alves, presidente do Casaviva Instituto.

Agências como FAO e ONU-Habitat apontam os pomares urbanos como ferramentas altamente positivas no paisagismo e no desenvolvimento sustentável das cidades. As árvores, a médio e longo prazos, vão melhorar o conforto térmico, promover a segurança alimentar da avifauna e de pessoas e, ainda, servirão para ações de educação ambiental e observação de aves.

O projeto Mini Pomares urbanos fornece água e protetor solar aos participantes como parte das medidas de segurança e de saúde. A água ajuda a hidratar e a regular a temperatura corporal. Já o protetor solar com repelente protegerá a pele de picadas de mosquitos e da radiação (UVA e UVB), pois, a exposição ao sol pode causar queimaduras e, a longo prazo, aumentar o risco de câncer de pele.

Foto: Divulgação Casaviva Instituto

 

 

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